Como nos contos de fada?

Quantas e quantas vezes a nossa imaginação de criança ( e não apenas de criança! ) facilmente transportou-se aos belos, cativantes e imponderáveis panoramas descritos nos livros que lemos, nas histórias que ouvimos, onde tudo dava-se num cenário harmonioso, emoldurado e engalanado pela neve.

Nesta semana, os habitantes da região sul do nosso querido Brasil, puderam viver de perto esta realidade, nas cidades onde os delicados flocos de neve pintaram o panorama com uma cor tão especial: o branco.

Os noticiários eram unânimes em trazer a mesma manchete: “Neve em Santa Catarina” e inclusive “Neve em Curitiba”, fenômeno que não ocorria há 38 anos.

A neve fala da inocência sem mancha, da beleza virginal e pura que tem o condão de encantar os olhos e os corações. Não sem razão, o Salmista arrependido e penitente, comparou a regeneração da alma com a alvura dessa fascinante criatura: “Tu me aspergirás com o hissope e serei purificado; lavar-me-ás e me tornarei mais branco que a neve.” (Sl 50, 9)

Agora que o exemplo bíblico tão patente se mostra aos olhos do brasileiro, contemplemos esta beleza natural, pedindo que nossas almas sejam ainda mais alvas que os próprios flocos de neve que nossos sentidos verificam…

 

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