“Por fim, o meu Imaculado Coração Triunfará!”: Encerramento da Missão Mariana em São Roque

Durante uma semana estiveram os arautos do Centro Juvenil de São Paulo em missão na cidade de São Roque, como todos puderam acompanhar nos últimos posts. Pois bem, há uma frase que assim se fiz: “O fim coroa a obra.” Ou seja, é precisamente o fim de uma obra que dará a esta todo o brilho que merece, ou desmerecerá o que veio antes. Isto bem se encontra, por exemplo, na consideração da vida dos Santos. Julgar-se-á se uma pessoa foi santa durante sua vida se, de fato, o fim de seus dias condizem com a obra de santidade que desempenhou enquanto vivia. Deste modo, mostramos a todos os espectadores do blog Arautos Granja Viana o fim da Missão Mariana realizada na semana passada, o qual corou de maneira esplêndida todo o apostolado realizado na cidade de São Roque.

O fruto de mais de 400 visitas diárias, durante a semana de missão, se mostrou na procissão e Missa que encerraram a visita da Imagem Peregrina àquela cidade. Centenas de pessoas encheram as imediações da Capela de Nossa Senhora de Fátima. A visita de uma Rainha bem merece uma honrosa saudação e dignos presentes, mas… o que ofereceram os habitantes de São Roque? Aquilo de maior valor que poderiam oferecer. O quê? Seus corações. Seus corações cheios de gratidão à Rainha dos Corações, cheios de fé e esperança na Mãe das Mães, como bem se pode ver nas manifestações de piedade…

Maria Santíssima quando apareceu na Cova da Iria, em Portugal, pediu conversão aos homens e mulheres. Apesar deste maternal pedido, pouco se pôde ver acerca desta mudança de vida… Não obstante, a Santíssima Virgem ainda nesta ocasião predisse tremendos castigos à Humanidade caso esta não ouvisse suas admoestações. Porém, antes de encerrar suas palavras disse: “Por fim, o meu Imaculado Coração Triunfará!” Para o cumprimento destas palavras trabalharam todos os jovens arautos durante a Missão Mariana. Para que o Imaculado Coração de Maria triunfe, antes de mais nada, nos corações de cada um.

Alguém poderia perguntar: deixar triunfar esse Coração é algum benefício? A afirmação tornasse patente ao considerar o que é esse Coração. O Fundador dos Arautos do Evangelho, Mons. João Clá Dias, EP, comenta: “Esse é o Coração que é a Sede de Todas as Graças criadas por Deus. É o tesouro, é o depósito onde Deus despeja todas as graças. […] São Jerônimo chama esse coração, e é muito bonita a expressão dele, chama de: Eco Patris Divini. É um Coração que é um eco do Coração do Divino Pai, do Padre Eterno. Coração que é um Eco, um eco do Coração do Pai Eterno.”(Homilia, 16-06-2007)

Parece pouco? Vejamos o que o próprio Jesus disse acerca deste Coração, quando falava à Santa Matilde: “Vós deveis saudar o Coração Virginal de Maria, minha Mãe como um oceano cheio de graças celestes, e como um tesouro repleto de toda espécie de bens para os homens. Vós deveis saudar ainda, como o mais puro que jamais houve depois do meu. Pois Ela foi a primeira que fez o voto de virgindade. Vós o saudareis como o mais humilde. E Ela mereceu de me conceber nas suas castas entranhas pela virtude do Espírito Santo. Vós o saudareis como o mais devoto e o mais ardoroso dos desejos de minha Encarnação. Como o mais abrasado de amor de Deus e do próximo. Como o mais sábio, o mais paciente, o mais fiel, o mais consumido de toda espécie de virtudes.” (Revelações de Nosso Senhor a Santa Matilde [Meltilde])

Façamos, portanto, tudo que estiver a nosso alcance para o triunfo deste Imaculado Coração. Mais ainda, peçamos a graça de nele habitarmos, o qual, segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort, foi o Paraíso feito por Deus para Ele próprio habitar!

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“Meu jugo é suave e meu peso é leve”: Missão Mariana em São Roque

“A treze de maio, na Cova da Iria, dos Céus aparece a Virgem Maria!…” É este um dos cânticos que tem ecoado pelas ruas da cidade de São Roque, na Missão Mariana que está sendo feita pelos arautos do Centro Juvenil de formação dos Arautos em São Paulo. A missão vem sendo desenvolvida ao longo de toda esta semana e inúmeras pessoas tem sido objeto de especiais graças dispensadas por aquela que é a Medianeira de todas as graças, Nossa Senhora.

O leitor bem poderia imaginar qual a surpresa de alguém que, em meio aos afazeres cotidianos ou, quiçá, em meio aos problemas e dificuldades que preocupam a tantas pessoas em nossos dias, primeiramente ouve o timbre de uma música incomum ao longe e, quando menos espera, ao sair à porta de sua casa é interrogada por um jovem interlocutor que lhe pergunta se deseja receber uma rápida visita da imagem da Santíssima Virgem… Bem se pode imaginar a surpresa, ou até emoção, presente numa circunstância assim.

Enquanto a Imagem Peregrina percorre as casas que a ela se abrem, um conjunto de arautos circula pelas ruas de São Roque tocando músicas, as quais, ao serem ouvidas pela população, já fizeram despertar em muitos a lembrança de épocas felizes em que se dedicavam ao serviço de Deus e da Igreja.

Claro está que não é o puro esforço humano que há de fazer frutificar uma missão destinada a mover as almas, ação que só a graça poderá realizar de modo eficaz e duradouro. Cientes disso os arautos envolvidos nesta atividade tem procurado, nos intervalos da missão, na oração e oferecimento das obras o meio eficiente para lograr bons frutos.

Não obstante, seguindo um sapientíssimo conselho dado por Santo Inácio de Loyola, os arautos em missão não se esquecem que é necessário empregar todos os esforços para o apostolado como se tudo dependesse de quem age, sem entretanto esquecer que tudo, na verdade, depende da graça divina.

Os longos caminhos e a consequente fadiga após algumas horas não impedem, todavia, que a alegria preencha todos os corações, tanto daqueles que fazem a missão, quanto daqueles que generosamente têm contribuído para a “sustentação” daqueles que têm “sustentado” a imagem da Virgem. Como, por  exemplo, se viu nas refeições…

Ao fim do dia o sol se põe. As ruas de São Roque já não ouvirão os trompetes ou os cânticos anunciando a chegada da Imagem Peregrina. Os arautos em missão se retiram e vão descansar de um dia cheio. Cheio? Sim, cheio de contentamento em saber que neste dia que termina mais alguns corações se abriram para a Mãe de Deus e poderão, desta maneira, mais facilmente serem preenchidos por abundantes graças!

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“Procurei quem me aliviasse… e encontrei!”: Missão Mariana em São Roque

Dizem as palavras da Sagrada Escritura: “Eu esperei que alguém, de mim tivesse pena; procurei quem me aliviasse e não achei! Deram-me fel como se fosse um alimento, em minha sede ofereceram-me vinagre!” Duras palavras, porém tão perfeitamente cumpridas nos atrozes sofrimentos padecidos pelo Salvador da Humanidade.

Não obstante, se é bem verdade que a segunda Pessoa da Santíssima Trindade não exitou em sofrer sem consolo o suplício da Cruz, é também verdade que Nosso Senhor Jesus Cristo “tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si.” O Salvador em sua solidão conquistou o nosso consolo, em suas lágrimas a nossa alegria, em sua desolação o nosso alívio…

Deste modo, as mesmas palavras da Escritura que diziam “procurei quem me aliviasse e não achei”, pelos méritos de Nosso Senhor puderam se transformar para nós em: “procurei quem me aliviasse e… achei!” Mas onde achamos, por exemplo, esse alívio? Por que não numa visita da Rainha dos Céus e da Terra? Como? Sim. Através de, por exemplo, uma Missão Mariana…

Nesta semana a cidade de São Roque, grande São Paulo, tem a graça de poder comprovar a maternidade de Maria Santíssima para com seus filhos através da visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima aos mais variados lares. Visitas realizadas pelos arautos que residem no Centro Juvenil dos Arautos em São Paulo e também, como não poderia deixar de ser, por participantes do Projeto Futuro & Vida!

A missão teve sua abertura no último sábado, com uma Missa inaugural e transcorre na Comunidade que leva a mesma invocação que a imagem da Virgem, isto é, Nossa Senhora de Fátima. Onde, com grande fervor, centenas de pessoas acorreram e ainda acorrerão à Mãe de Deus procurando um maternal olhar vindo dos Céus!

Onde quer que os corações se abrissem à graça, ali chegam os missionários portando a imagem da Rainha dos Anjos, mesmo nos lugares, à primeira vista, mais difíceis…

 

Após a Missão Mariana a Imagem Peregrina do Imaculado Coração parte para outras localidades, é verdade, mas Maria quer permanecer nestes corações ávidos das bençãos do Céu! E o sinal certo disso bem podem ser a quantidade cada vez maior de pessoas que pedem a visita da Imagem em suas casas.

Acontecimentos consoladores que nos fazem crer ainda mais, apesar das aparentes contradições dos tempos em que vivemos, nas palavras da Santíssima Virgem, pronunciadas na Cova da Iria naquele ano de 1917: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”

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Não perca as fotos da Missão em São Roque, e rezem por nós!

A arte da espera

O Centro Juvenil dos Arautos do Evangelho oferece a cada semana aos participantes do Projeto Futuro & Vida reuniões de formação, as quais abrangem uma gama de assuntos bem variados, entre os quais figura o tema seguinte…

Diversas vezes, em nosso cotidiano, somos convidados a observar alguma arte. Pode ser uma obra de arte plástica; ou ainda, uma bela representação em de artes cênicas; ou também, ouvir uma orquestra filarmónica a executar uma bela melodia, uma arte musical. Quiçá também nos falem sobre a arte da conversa, pouco lembrada nos dias de hoje. Entretanto, há uma arte que a humanidade está a deixar de lado, devido a excessiva velocidade que possui: a arte da espera.

Espera esta que não é somente uma arte, mas também uma virtude. Virtude que recebe o nome o nome de Paciência, que poderíamos definir como a espera animada e resignada dos sofrimentos sentidos no presente e os previstos para o futuro.

A paciência foi muito bem definida por Santo Agostinho como a virtude pela qual toleramos, com ânimo tranqüilo, os males que sofremos, ou seja, sem tristeza ou perturbação, não abandonando por impaciência os bens que nos levam a bens ainda maiores.[1]

Entrementes, uma pergunta se impõe: como usar da paciência nos dias atuais? Muito simples, caro leitor. Devemos nos armar com esta virtude desde a hora em que despertamos, até o momento em que nos recolhemos para o descanso noturno. Isto porque a paciência também nos ajuda a suportar as contendas que teremos no dia, os desentendimentos, as discussões, de modo que não percamos a calma e a tranquilidade, em suma, a paz, que tantos almejam em nossa época.

Porém, outra questão se levanta. Quais são os frutos desta paciência? O homem paciente sabe agir com responsabilidade, não é inseguro, não julga seus colegas precipitadamente, aguenta as ansiedades, não perde o ânimo nem se perturba. “Seu coração está tranquilo e nada teme, e confuso há de ver seus inimigos”, nos dizem as Sagradas Escrituras. Eis que o paciente achará descanso em suas ações, como o cervo encontra água pura em uma limpa nascente.

Para terminar, conto ao leitor um fato que se deu com São José de Cupertino. De pouca inteligência, seu mestre se esforçava em fazê-lo aprender. Até que, irado com a falta de sapiência de nosso bom santo, se retirou, dizendo que estava a perder tempo. Ao que São José lhe replicou: “não professor, se o senhor estivesse aguentando com paciência, todo seu tempo perdido transformar-se-ia em mérito no céu.”

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Não deixe de acompanhar as últimas fotos das atividades no Centro Juvenil na Galeria de Fotos.

[1] Cf. SANTO AGOSTINHO. De Patientia.

Numa época em que até os bandidos tinham cortesia…

É bem verdade que para ouvirmos falar em bandidos não precisamos ir muito longe nos nossos dias, infelizmente… Basta que liguemos a televisão ou o rádio, o computar, etc., constataremos um escachoar de exemplos atuais.

Mas, e para ouvir falar de um bandido cortês? Acho que precisaríamos buscar os relatos de alguma outra época diferente da nossa, e ainda assim desconfiaríamos de um bom êxito. Será que já ouve algo assim? Sim, reponderíamos nós, e mais ainda, este foi um tema apresentado sob forma de teatro no desfecho das últimas atividades especiais do Centro Juvenil.

Trata-se de um dos fatos ocorridos na vida de Cartouche, famoso saqueador francês, o qual, apesar de atos nada louváveis como o roubo, tinha ainda, porém, um certo verniz de cortesia, qual um resquício da formação proveniente da Igreja durante séculos de instrução sapiencial e imaculada.

Naquele tempo até mesmo o modo de entrar nas casas visadas para alguma rapina era, a seu modo, feito de certa graça. Qual não seria nossa surpresa se víssemos descer pela chaminé de nossas casas não um “Papai-Noel”, nem um limpador de chaminés, mas um bandido e, mais ainda, o pior bandido da época? Foi o que se deu com o nobre Duque D’Estigue, o qual, estando tranqüilo em seus aposentos, viu entrar Cartouche pela chaminé…

O famoso saqueador em sua “polidez”, não querendo roubar nada, mas apenas refugiar-se da polícia, exigiu, entretanto, que o nobre duque lhe fornecesse um bom jantar, pois a fome era algo que o atormentava. Pedido deveras insolente, mas tratando-se de alguém armado… o atendimento é compreensível e, certamente, obrigatório…

Terminado o forçado banquete Cartouche não deixa, porém, de manifestar sua gratidão para com a delicadeza de tão nobre hospedeiro. Todavia, há algo que desagradou nosso inusitado bandido: o vinho! Segundo seu parecer e refinado paladar – pois certamente já deveria ter “honestamente” provado boa quantidade de vinhos – não estava bom o vinho servido pelo Duque D’Estigue. Qual a solução? Maltratar-lhe? Para o cortês bandido não, certamente. Uma melhor solução lhe veio ao “generoso” espírito. Após os agradecimentos se comprometeu a enviar ao Duque os melhores vinhos que ele, Cartouche, havia conseguido em todos os seus anos de “honesto e sofrido” trabalho!

Qual não foi a surpresa do Duque D’Estigue quando, no dia seguinte, vê chegar a seu palácio uma encomenda de excelentes vinhos, os quais, segundo os dizeres de Cartouche num cartão anexo, condizem mais com a categoria do nobre hospitaleiro que, a partir de então, poderia oferecer melhores bebidas a seus “ilustres” visitantes!…

Esta encenação teatral selou as últimas atividades especiais do Centro Juvenil dos Arautos do Evangelho em São Paulo, isto é, duas viagens e um acampamento. Como, pelo enorme vulto dessas mesmas atividades, não foi possível colocar à disposição as fotos destes alegres dias, disponibilizamos agora as fotos desta jornada com a juventude…

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Contemplando os selos de Deus na Criação…


Quantos de nós já recorremos aos livros para certificarmo-nos de algum conteúdo, para aprendermos tantos outros, enfim, para mil e uma utilidades… Certamente encontraremos de tudo um pouco. Para assuntos mais complexos talvez tenhamos que recorrer a um número maior de fontes, autores, coleções, etc.
Familiarizados, deste modo, com os livros, com os mais variados meios de pesquisa que o mundo nos oferece atualmente, pode ser que queiramos encontrar nestes mesmos meios uma resposta convincente e completa para todas as nossas dúvidas, julgando esgotar o assunto.
Muito familiarizados com os livros, porém pouco familiarizados à contemplação das coisas que nos cercam e que, entretanto, podem nos conduzir a realidades mais altas, muitas vezes perdemos oportunidades preciosas de responder a nós mesmos questões que as páginas de um livro não poderão responder à saciedade.
Quem é Deus? Uma pequena pergunta, a qual exige para sua resposta nada mais, nada menos, do que todo um universo criado! Sim, um universo, pois este o que nos faz senão falar de seu Criador? Mons. João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho, nos dirá: “Toda a Obra da Criação leva o selo de Deus. Tal qual um relojoeiro que produzisse relógios de boa qualidade; todos os relógios sairiam com a marca dele, relojoeiro. E Deus não podia ser diferente. Ao criar todo o universo, colocou o selo d’Ele, Deus, em tudo aquilo que Ele criou. Há um selo de Deus que marca extremamente entre o Pai, o Filho e Espírito Santo.” (Homilia do Domingo da Segunda Semana do Tempo Comum — 14/1/2007).

Animados por essa convicção os arautos do Centro Juvenil foram à busca da contemplação deste “selo de Deus” na Criação indo visitar, neste feriado de Corpus Christi vários pontos históricos e turísticos em algumas regiões do Brasil, a saber: os estados de Minas Gerais…

…e do Rio de Janeiro.

Tanto aos parentes destes jovens aventureiros quanto aos que fielmente acompanham o presente blog tentaremos deixá-los inteirados das atividades destes dias de feriado. Acompanhando pelos meios de pesquisa, mas sem perder o espírito de contemplação…

Homenagem dos filhos…

Como é bom ter uma mãe! Até o próprio Cristo Deus quis ter uma! Seu nome era Maria Santíssima.

Na cruz, o Senhor Jesus no-la deu como nossa mãe; e a partir daí, Maria Sempre Virgem foi, além de Mãe de Deus, também Mãe nossa.

E, como espelho desta sublime Senhora, quis Deus instituir em cada coração um lugar onde ficasse reservado o amor a uma mãe…

Expressando de modo filial este afeto, alguns jovens do Centro Mariano dos Arautos do Evangelho escreveram frases que reconhecem este pedacinho de céu que cada um tem na terra: a graça ser amado por uma mãe.

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Mãe, eu não sei rimar. Não sou poeta nem escritor. Sei que meus dons são poucos e esquálidos. Entretanto, meu amor é grande e ele me impele a lhe deixar alguma mensagem.

Lembra-se mãe, daquela primeira vez que fui caminhar? Meus esforços por andar eram tantos, que queria sair de seus braços. Porém, quando percebi que já não estava colado em seu colo, comecei a ter medo. Não queria abandonar aquela que me ajudava; por isso, de propósito, cai.

Lembra-se mãe, daquela vez em que a senhora me ajudava a andar de bicicleta? Já estava mais crescido, já me sentia homem feito. Comecei a pedalar e a sentir a brisa fresca no rosto. Todavia, quando vi que me distanciava da senhora, temi; e, para dizer tudo, cai.

Entretanto, a senhora, vendo meu medo, disse que não desistisse; disse que não me abandonaria, onde quer que eu estivesse; disse que, por mais que eu crescesse, eu continuaria sendo seu filhinho; e que eu fosse para frente, sem receio.

E hoje, mãe, tendo já 14 anos, vejo-me quase adulto. E, olhando para trás, observo minha memorável trajetória. E, aproveitando para proclamar em alta voz, vejo alguém que sempre esteve a meu lado; alguém que sempre me acompanhou com um olhar; alguém que me deu bons exemplos; e se hoje eu estou aqui, é graças a uma pessoa: MÃE, EU TE AMO! Matheus Bafile

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Quando me disseram que eu devia fazer uma homenagem para as queridas mães, fiquei sem palavras. Como e o que escrever? Conte-nos um pouco de sua vida, disseram alguns. Descreva seus momentos difíceis, comentaram outros. Fui deitar-me. Sonhei. E quando acordei, já tinha uma ideia.

Mãe, sei que sempre fui um bagunceiro; a senhora mandava eu arrumar minha cama e eu não queria; a senhora mandava eu ir para escola e eu fazia birra; a senhora mandava eu parar de correr na sala, pois me machucaria, e eu sentava no sofá, com fisionomia de emburrado e com ar de tragédia.

E, verdade seja dita: o que mais me concertou não foram as broncas, nem os castigos que a senhora me impunha; era ver que a senhora queria meu bem, custasse o que custasse, sem rancor, sem mágoa; pois assim age o amor, não se importando com o tempo, nem a distância, nem a própria ingratidão. Amado deste modo, como poderia eu amar menos? Mãe, à senhora devo meu amor, meu proceder, meu viver: MÃE, EU TE AMO!

Jhonatas Farias

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Lendo as Sagradas Escrituras, uma vez encontrei aquela passagem do salmo que comentava a mulher forte, a mulher direita, a mulher santa. Entusiasmado, fechei a Bíblia, sem marcar a página. Qual foi meu pesar quando procurei a passagem e não a achei! Devo ter aberto o Livro umas vinte vezes; não encontrei o que queria.

Pensava como poderia encontrar aqueles versículos de novo, quando encontrei a senhora, mãe. De modo incomparável, a senhora é aquela mulher que suportou as provações porque amou, e amou com coração sincero. Por isso, é meu dever vos louvar como dizem as Escrituras. Mãe, saiba que, se amor com amor se paga, apenas uma palavra cabe aqui: MÃE, EU TE AMO!

Gabriel Canuto

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Mãe, vou te contar uma coisa: quando saí a brincar pelo parque, encontrei uma rosa muito vermelha. Ela estava sozinha, separada de outras flores. Ela era única e inefável: lembrei-me da senhora.

E pensando na senhora, pensei naquela que também é sua mãe, e mãe por excelência: Nossa Senhora. Ela, que também no céu é festejada no dia de hoje, olha com especial afeto as mães da terra.

Como eu queria ser um menino Jesus como a senhora foi para mim uma Santa Maria! Olhando-te, lembrava da rainha das mães; pensando em Nossa Senhora, via nos olhos de Santa Soberana uma parte do amor que a senhora tinha por mim.

Quero desejar-te um feliz dia das mães indizível de bênçãos e afetos! Afinal, não poderia dizer outra coisa, senão um: MÃE, EU TE AMO!

Vitor Lopez

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Oh! Grande dia este em que acordo! Já posso sentir que meu coração pulsa mais forte; claro, pois preciso agradecer alguém muito especial.

Mãe, como eu queria lembrar dos primeiros instantes que passei em seus braços! Eu, pequeno bebê, ainda não pensava e já lhe amava; porque, colocado em seu colo, sorri; colocado perto da senhora, amansei; colocado à disposição de seu amor, descansei.

Sei, mãe, quantas vezes fui ingrato; quantas vezes deixei vosso coração angustiado: aquele primeiro dia em que cheguei tarde em casa; aquela primeira vez que deixei de avisar a senhora de minha saída; aquela primeira vez que não lhe esperei para cruzar a rua. Entretanto, ao invés de deixar de me amar, seu amor por mim foi só aumentando. Quantas vezes não corri eu para vossos braços quando senti medo? Quantas vezes não fui chorando a sua presença quando quebrava um copo? Quantas vezes não fui a vosso quarto de noite para lhe chamar, dizendo: “Mamãe, conta-me uma história?”

Mãe, neste dia tão saudoso, de tantas lembranças, quero lhe dizer perdão; entretanto, não quero deixar de lhe dizer aquilo que meu coração tanto sente: MÃE, EU TE AMO!

João Lucas Boldori

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O que dizer?

Pediram-me uma história. Dentre muitas, qual poderei contar? Entretanto, procurando em minhas memórias, encontrei uma que classifiquei de privilegiada. Eis o conto:

Nos primórdios da humanidade, logo após a expulsão de Adão e Eva do Paraíso, nossos primeiros pais já se depararam com a morte, que levou seu filho Abel. Eva, a primeira mãe, ao tocar no corpo do seu filhinho, já gelado, sentiu apertado o coração; e chorou. Todos os dias, ao pôr-do-sol, Eva sentava-se a beira do mar e derramava copiosas lágrimas pelo seu pecado, causa da morte de seu amado rebento. O mar, comovido, ia até as areias da praia recolher suas lágrimas em pequenas conchinhas, guardando-as com cuidado. Adão, sabendo do ocorrido, foi ao mar procurar os receptáculos que continham as primeiras lágrimas da História. Achando uma dessas conchas reconfortada na areia, abriu-a e viu uma jóia: assim nasceram as primeiras pérolas.

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As lágrimas de mãe são pérolas; seus esforços são ouro; seus afagos são consolo. Não há homem ou menino que não tenha sentido, em certas horas, falta de uma mãe que o acaricia, de uma mãe que o encoraja, de uma mãe que o carrega, de uma mãe que o abraça. E não há um coração de mãe que tenha algum dia abandonado seu filho, pois mesmo do céu, a mãe continua a velar por aquele que ela tanto amou nesta terra.

Mãe, neste dia tão especial, quero agradecê-la pela vida que a senhora devotou a meu cuidado, corrigindo-me, concertando-me, sofrendo por mim; pelos dias que a senhora perdeu para me atender, pelas noites que a senhora acordou para me aliviar, pelas duras labutas que a senhora passou para me ver sorrir; quero declarar a ti mais com o coração do que pelas palavras: MÃE, EU TE AMO!

João Vitor Gross

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Não deixe de ver a homenagem feita às mães através dos seguintes Links:

Em alta resolução (1gb):
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Fabergé, da simplicidade para a graciosidade e nobreza

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Alguém que fortuitamente olha-se para um mineral assim poderia talvez dar pouca importância, ou quiçá lançá-lo na sargeta mais próxima. Entretanto, se por curiosidade, após tê-lo feito, procurasse saber o que de fato era aquele mineral, certamente ficaria descontente com a própria atitude, uma vez que o atirara ao lixo uma pedra de alta preciosidade, isto é, um rubi!

Quantas vezes em nossa vida podemos encontrar situações análogas, mas transpostas ao âmbito humano, ou seja, nos deparamos com pessoas à primeira vistas rudes e desprovidas de talentos e que, porém, depois de “trabalhadas” podem demonstrar raras habilidades.

Peter Carl Fabergé foi uma das pessoas que não se deixou levar pelas primeiras aparências e chegou, não sem muita genialidade, a inovar um artesanato estupendo, nobre e único. Foi ele “joalheiro imperial dos czares da Rússia e um dos melhores designers que o mundo já conheceu.”

“A família Fabergé era da Picardia, região setentrional da França. Sendo protestantes, os Fabergés fugiram às perseguições religiosas, em 1685, e se espalharam pela Europa. Gustav, pai de Carl, radicou-se em São Petersburgo em 1842, abrindo uma loja de ourivesaria e joalheria num acanhado porão da rua Morskaya. O negócio prosperou, e os Fabergés puderam mandar seu filho Carl (nascido a 30 de maio de 1846) para o colégio Swtaya Anna, um dos melhores da elegante capital da Rússia. Depois, mandaram-no estudar ourivesaria na Alemanha, Inglaterra, Itália e Paris.

Carl era um jovem esbelto, de nobre perfil e dedos longos e afilados. De novo na Rússia, trabalhando entre os artífices de seu pai, revelou imaginação, sagacidade e um verdadeiro talento para a liderança. Em 1870, seu pai entregou-lhe a firma.”[1]

“Até então, a arte da joalheria tendia para a realização de peças grandes, pesadas e espalhafatosas, mas o jovem Fabergé compreendeu que o que torna um presente verdadeiramente principesco não são pedras cintilantes nem esmeraldas enormes, mas a habilidade posta na sua confecção: a cuidadosa escolha das cores dos esmaltes, a delicadeza do engaste das pedras e o esmerado acabamento de detalhes como dobradiças e fechos. Começou cada vez mais a afastar a linha de trabalho da casa dos colares elaborados e gigantescos broches, passando a criar objetos que ele preferia: pequenas flores adornadas de jóias, carruagens em miniatura, liteiras e mobiliário, pequenos animais esculpidos em pedra. Também produziu uma gama de objetos úteis (binóculos de teatro, cigarreiras, cabos de guarda-chuvas, tinteiros e campainhas), apresentados em deslumbrantes tonalidades de ouro e esmalte. As pessoas achavam suas criações irresistíveis, e a sua clientela acabou por contar com personalidades como o czar Alexandre III.

Certo dia, em 1883, o imperador consultou o seu imaginoso joalheiro a respeito de um problema. A czarina era propensa a crises de profunda melancolia, e ele pretendia presenteá-la pela Páscoa com alguma distração interessante que lhe estimulasse o ânimo. Fabergé comprometeu-se a criar o presente ideal. Com seu humor típico, esmaltou um ovo de Páscoa dourado de modo a aparecer um ovo comum de galinha, mas a casca, quando aberta, deixava ver uma gema de ouro amarelo baço. Dentro da gema havia uma surpresa: uma galinha de ouro, de uns três centímetros de altura, com olhos de rubis. Quando se levantava a cabeça da galinha, esta ao se abrir e mostrava uma coroa de brilhantes, de dentro da qual pendia um pequeno berloque de rubi em forma de ovo.

O casal imperial ficou tão encantado com a engenhosidade de Fabergé que o czar lhe pediu que fizesse um ovo todos os anos. Esse ovo tinha de encerrar alguma surpresa, mas, à parte disso, a opção do design era de inteira responsabilidade do mestre joalheiro, que tinha carta branca quanto ao preço. Os ovos eram feitos nas oficinas de Fabergé no mais absoluto segredo. Por vezes, o czar não era capaz de conter sua curiosidade, e mandava perguntar: “Que tipo de ovo vai ser este ano?” Mas Fabergé, com uma piscadela de olho, responderia apenas: “Sua Majestade vai gostar.” E gostava mesmo! Depois da morte de Alexandre, seu filho Nicolau II herdou o costume, e os ovos criados por Fabergé foram presenteados nas cortes dos Romanov todas as Páscoas, durante 34 anos.”[2]

Quando estourou a revolução bolchevista na Rússia, em setembro de 1918 “Fabergé deixou o país, na calada da noite, disfarçado de diplomata britânico. Morreu na Suíça em 1920, com 74 anos. Os segredos de sua arte perderam-se para sempre. Mesmo assim, seus trabalhos são hoje mais populares do que nunca – minúsculos monumentos cintilantes ao gosto e à maestria de um homem que só se contentava com a perfeição.”[3]

Um talentoso joalheiro, um espírito contemplativo, um exemplo digno de nota para marcar a História. Se por vezes a banalização das coisas, que tanto encharca a sociedade atual, pode toldar nossos olhos de modo a não darmos importância ao que é gracioso, é bem verdade, entretanto, que a beleza suscitada por tais talentos pode nos fazer pensar em algo mais do que as meras trivialidades e, quiçá, elevar os nossos olhos para cogitações mais nobres, e nossas esperanças para realidades sobrenaturais e eternas!

Este foi um dos temas abordados numa das reuniões de formação cultural do Projeto Futuro & Vida, como o poderão comprovar pelas fotos a seguir…

“A Eucaristia é a invenção do Amor”: Primeira Comunhão no Centro Juvenil

Que admirável dom de Deus é a Eucaristia! É bem verdade que “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelo irmão” (Jo 15,13), mas se isso é veraz, maior amor terá Aquele que, ademais de morrer por nós, quis entregar-se inteiramente como alimento espiritual!

São Pedro Julião Eymard, o Doutor da piedade eucarística, chega a exclamar: “Nada tão belo quanto a Eucaristia!” E a respeito do amor que se deve devotar a Nosso Senhor, o qual se dá em alimento na Comunhão, afirmou candidamente que “a medida de amar a Deus consiste em amá-lo sem medida!”

Queres alcançar a perfeição? O caminho para alcançá-la está mais perto de vós do que pensais, diria São Pedro Julião. A Eucaristia é o caminho. E onde encontrá-la? Para encontrar este caminho, ouçamos o que dizo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo: “Noite e dia, espero-vos no Tabernáculo …Não vos censurarei os crimes cometidos, não vo-los lançarei em rosto. Mas Lavá-los-ei no Sangue das minhas chagas … não tenhais medo e vinde! Não sabeis quanto Eu vos amo …”[1]

Nos sacrários de todo o mundo está lá o “Divino Prisioneiro” a nos esperar a qualquer hora que queiramos procurá-Lo. Quanto tempo encontramos para dedicar a coisas frívolas e sem importância, as quais, para não nos sobrar tempo a dedicar às coisas espirituais, atribuímos um valor que na verdade não têm.

Nosso Senhor, dizendo à Sóror Josefa Menéndez, deixa transparecer uma queixa: “Quando está vosso corpo enfraquecido ou doente não encontrais tempo para ir ao médico que há de curar-vos?… Vinde, pois, Àquele que pode dar à vossa alma força e saúde e dai uma esmola de amor a este Prisioneiro divino que vos espera, chama e deseja!…”[2]

“A Eucaristia é invenção do Amor. Mas quão poucas almas correspondem a esse Amor que se esgota e se consome por elas!”[3] Se nos fosse pedido algo mais difícil para alcançar uma felicidade terrena e passageira, como ganhar um prêmio, conseguir um posto, atrair as atenções, certamente o faríamos… Mas, para conseguir a felicidade eterna e perfeita muitas vezes não fazemos o menor caso…

São Pedro Julião Eymard acrescenta: “Há caminhos que se podem seguir por algum tempo, deixando‑os depois. Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento é o caminho estável. É o meio, é o modelo; pois de pouco nos serviria conhecer o caminho, se Ele não nos ensinasse, com o seu exemplo, a segui‑lo. Não se vai ao Céu senão pela participação na vida de Nosso Senhor. Esta vida nos é dada em germe pelo Batismo; os Sacramentos a fortalecem; mas consiste principalmente na prática e imitação das virtudes do Salvador. Temos necessidade de ver Nosso Senhor em ação para imitar as suas virtudes; de segui‑Lo em todos os detalhes do sacrifícios, dos trabalhos que elas exigem para reinar em nós. Suas virtudes são a aplicação de suas palavras, são os seus preceitos em ação. Para chegar à perfeição, é preciso detalhar, pois só é perfeito o que é particular Non est perfectum nisi particulare. O verbo eterno, que queria reconduzir‑nos ao Pai e não podia praticar no Céu as virtudes humanas que implicaram todas uma idéia de combate e sacrifício, fez‑Se homem; tomou instrumentos do homem e trabalhou sob os seus olhos. E como no Céu, aonde subiu glorioso, não pode mais praticar as nossas virtudes de paciência, de pobreza, de humildade, fez‑Se Sacramento para continuar a ser nosso Modelo.”[4]

Isso pode parecer demasiado? O mesmo santo o responde: “Dizem: Mas é exagero tudo isso. Mas que é o amor, senão exagero? Exagerar, é ultrapassar a lei; pois bem, o amor deve exagerar! O amor que nos testemunha Nosso Senhor permanecendo conosco sem honras, sem servidores, não é também exagerado? Quem se limita ao que é absolutamente de seu dever, não ama. ‑ Só se ama quando se sente interiormente a paixões do Amor. E tereis a paixão da Eucaristia quando Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento for o vosso pensamento habitual; a vossa felicidade, a de achar‑se a seus pés; e vosso constante desejo, de Lhe causar prazer.”[5]

Desejando cumprir estes admiráveis conselhos de vida espiritual, e atrair mais almas devotas a Nosso Senhor Sacramentado, os arautos do Centro Juvenil tiveram a alegria de poder conduzir mais jovens à piedade eucarística através da Primeira Comunhão. Foi o que se deu na Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima durante uma solene Celebração da Eucaristia.

Realizaram-se 2 batismos e 12 Primeiras Comunhões, além de 4 Comunhões Solenes para os que encerraram o período de formação do Catecismo. Não deixe de acompanhar esse acontecimento, registrado nas fotos a seguir!

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Em busca do heroísmo…

Quem de nós nunca foi jovem? Certamente quem está nos seus 30, 40, 50 anos já passou pelos 12, 15, 20…

Ora, se analisarmos bem nossa memória e, mais ainda, os jovens que vemos ao nosso redor, sem muito labor poderemos constatar a grande propensão ao heroísmo que superabunda nesta fase do fim da infância e início da adolescência. Heroísmo… mas, o que é o heroísmo? Diria o dicionário: “É a qualidade ou caráter de herói…” Entretanto, a palavra heroísmo traz em si um brilho, um coruscar adamantino, que a simples menção deste significado parece não preencher nem as bordas desta palavra, quanto mais o seu cerne!

Não contente pelo resultado obtido, talvez recorramos novamente ao dicionário: o que deve ser um herói? Suas linhas sucintas fornecerão alguns dados: “Homem extraordinário por seus feitos guerreiros, seu valor ou sua magnanimidade.” Apesar do aspecto conciso desta definição, já surgem alguns matizes que poderão contribuir para aclarar a noção de heroísmo.

“Extraordinário por seus feitos guerreiros…” Entrevê-se um aspecto do heroísmo que não pode ser olvidado, é a presença do inopinado, do árduo, em suma, da dor. E se o herói é um homem extraordinário é porque, em face de muitos outros homens que fogem da dor, ele abraça o sofrimento como a asas que o levarão aos galarins da glória.

Outra qualidade é indicada para o herói: é aquele que se destaca por sua magnanimidade. O que vem a ser magnanimidade? Tocamos num ponto importante. Na verdade o heroísmo autêntico é um corolário da magnanimidade, a qual se trata de uma virtude que designa grandeza de alma. Magno, em latim, quer dizer grande, anima, significa alma. Mas só é verdadeiramente grande aquele que sabe considerar o sofrimento, e o Exemplo dos exemplos a esse respeito é Nosso Senhor Jesus Cristo.

Claro está que o dito anteriormente indica um grande ideal, o qual não se conseguirá alcançar sem um esforço considerável. Cabe lembrar um velho adágio: “Vencer sem esforço é triunfar sem glória!”

É em busca dos grandes ideais que vagam nossos bons jovens de hoje em dia, os quais, freqüentemente generosos por natureza, tendem a se entregar a grandes metas, desde que essas sejam apresentadas com grandeza e de modo categórico.

É por este motivo que os Arautos do Evangelho se empenham em apresentar para a juventude nobres objetivos, os quais, sem dúvida, terão seu píncaro assinalado com a santidade, uma vez que, os verdadeiros heróis são os Santos.

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Não deixe de ver as últimas fotos das atividades realizadas pelo Projeto Futuro & Vida, desde as apresentações nos colégios até às atividades em São Roque, buscando novos heroísmos…

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