O hábito faz o monge?

Arautos Granja Viana: “O hábito faz o monge?”

Em uma das recentes reuniões do “Projeto Futuro e Vida”, os jovens assistentes puderam desfrutar de um interessante e atraente tema: “O hábito faz o monge?”, palestrada pelo Diác. Lucas Gramiscelli E.P.

É comum o ditado “O hábito não faz o monge”, entretanto, será ele realmente verdadeiro?

Tendo por base pesquisas recentes, a respeito das vestimentas e de sua influência, o referido palestrante mostrou que, de fato, o hábito faz o monge…

Uma das pesquisas- estudo de 4 anos- foi elaborada por uma holandesa, Herlinde Koelbl, entitulada: “Kleider Machen Leute”, ou seja, “A roupa faz o homem”:

“Suas 70 fotografias retratam pessoas de diferentes áreas e grupos com uniformes/roupa de trabalho e em momentos casuais. Com o objetivo de mostrar que por trás de uma peça de pano, há muita coisa: as roupas podem se tornar uma moldura para o que somos. Em depoimentos, as pessoas afirmaram que ao colocarem os uniformes de trabalho, adotam uma postura totalmente distinta: muitos passam a ser mais confiantes, se sentem mais atraentes e poderosos. A linguagem do corpo muda e até a voz é imposta de forma diferente. A mudança também acontece entre as relações interpessoais: alguém fardado passa a ser olhado com mais respeito, admiração ou preconceito, dependendo do olhar da sociedade para determinadas profissões.”[1]

Outro estudo americano comprava que há significado social nas roupas que se usam e de que interferm nos processos cerebrais:

“Os pesquisadores, liderados por Adam Galinsky, realizaram três experiências usando jalecos brancos idênticos de médicos e pintores. Em todos os casos, as pessoas que vestiram as peças que seriam dos profissionais de saúde — a quem costuma ser atribuído um comportamento cuidadoso, rigoroso e atento — apresentaram melhores resultados em testes de atenção e percepção visual de erros. Houve quem apenas olhasse a roupa, mas quem a vestiu se saiu melhor.(…)

Para os cientistas, um dos pontos mais interessante do estudo é a possibilidade de compreender se o significado da roupa que vestimos afeta nossos processos psicológicos: ele altera a forma como nos aproximamos e interagimos com o mundo? Na opinião do psicólogo e autor do livro “Homens invisíveis” (Editora Globo), Fernando Braga da Costa, a resposta é sim: — Tudo o que é intelectual é guiado também pelo nosso equilíbrio emocional. Além disso, o que controla nossas vias neurológicas está relacionado com nossas emoções, cuja construção passa pelos relacionamentos e a concepção de valores sociais.[2]

Além das explicações e notícias, uma sketch teatral  com rimas pode ilustrar aos jovens um aprendizado moral sobre o assunto.


[1] Followthecolours.com.br

[2] O Globo – Juliana Câmara

Um Menino que transformou a História

 

“Entremos numa certa Gruta e ali veremos um Menino adorado por sua Mãe Santíssima e São José, reunidos em família, oferecendo mais glória a Deus do que toda a humanidade idólatra, e até mesmo mais do que os próprios Anjos do Céu em sua totalidade. Já em seu nascimento, numa singela manjedoura, aquele Divino Infante reparava os delírios de glória egoísta sofregamente procurada pelos pecadores. Ele se encarnou para fazer a vontade do Pai e, assim, dar-nos o perfeitíssimo exemplo de vida.” (CLÁ DIAS, Mons. João Scognamiglio. O Inédito sobre os Evangelhos. Cittá del Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, p. 105-106, vol. V).

Ao acompanharmos a Liturgia nesses dias contemplamos o nascimento de um Menino, o qual, dividindo a História ao meio, merece perene louvor pelos séculos, representado pela solene oitava de comemoração do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Se enganaria quem julgasse o Natal como data passada, um dia mais festivo em meio às centenas de outros tantos. Certamente assim seria, se o nascimento comemorado fosse de qualquer um de nós e não de Deus, como de fato é. Nascimento de Deus? A pergunta mostra-se absurda em sua elaboração, pois quem é Deus obviamente não tem princípio. Todavia, o que para os homens parece absurdo, para Deus foi o meio escolhido para demonstrar aos mesmos homens, dignos de todo castigo, o amor e a condescendência d’Aquele que não se horrorizou em tomar nossa carne para nos reconduzir àquela pátria impossível de alcançar, não fosse a verdade de um tão admirável Natal.

Natal glorioso, mas ao mesmo tempo silencioso, repleto de luz e, entretanto, escondido em meio às trevas da meia-noite, cantado pelos Anjos do Céu, presenciado apenas pelos pastores da terra… Paradoxo sublime! Registrado nas páginas da História, lembrado nas canções… Canções? Sim, canções; e das mais variadas partes do mundo e épocas históricas. Foi precisamente para rememorar essas canções que os jovens do Projeto Futuro & Vida prepararam diversas apresentações natalinas neste fim de ano. Uma delas, e digna de nota, foi realizada na diretoria de ensino do município de Osasco – SP, como todos poderão acompanhar nas fotos deste post, e da página “ÚLTIMAS ATIVIDADES”, deste mesmo blog.

“E o nome da Virgem era Maria”

Maria de Fátima, Maria Aparecida, Maria da Graças são nomes que antigamente eram atribuídos às meninas por mães católicas em memória da Santíssima Virgem Maria.

Entretanto alguém já parou para pensar o que significam estes nomes? Certamente não. Por isso vamos expor diversos significados e mostrar que o nome da Virgem corresponde ao Seu chamado.

No idioma aramaico este nome significa “senhora” ou “princesa”. Ora Nossa Senhora era da estirpe real de Davi, portanto era uma princesa. Mas Sua realeza aumentou, estendendo-se à todas as criatura inclusive aos Anjos, porque Ela se tornou Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é Criador e Regente do Universo, e foi coroada pela Santíssima Trindade ao subir aos Céus.

No idioma popular significa “A iluminadora”. Foi por Maria que Nosso Senhor Jesus Cristo entrou nesse mundo. Ela foi o caminho pelo qual a Luz do mundo veio iluminar as treva do pecado em que o mundo estava imerso. Ela ilumina as almas com Suas virtudes e Seus dons, com Sua obediência à Voz do Senhor : “Faça-se em Mim, segundo a Sua Palavra” (Lc. 1, 38).

No significado científico para o hebraico significa: “Formosa”. Diz o Cântico dos cânticos “Como és formosa, amiga minha! Como és bela!”(Ct. 1, 15), “És toda bela, ó minha amiga, e não há mancha em ti.” (Ct. 4, 15), nisso contemplamos a Imaculada Conceição da Santa Virgem Maria.

No idioma egípcio Maria significa “preferida de Deus”, pois Myr em egípcio significava a filha mais preferida e ya significava o Deus verdadeiro, Yahweh. Mostrando que Nossa Senhora é a Filha preferida por Deus, no dizer de Santa Isabel e que rezamos na Ave-Maria “bendita sois Vós entre as mulheres” (Lc. 1, 28).

E não podíamos deixar de mencionar a bela oração de São Bernardo louvando o Santíssimo Nome de Maria:

“E o nome da Virgem era Maria. Falemos um pouco desse nome que significa segundo se diz “estrela do mar”. E que convém maravilhosamente a Virgem Mãe. Ela é verdadeira mente esta estrela que deveria elevar-se sobre a imensidade do mar, toda brilhante de próprios méritos, radiante com os próprio exemplos.

Ó tu, quem quer que sejas, que te sentes longe da terra firme, arrastado pelas ondas deste mundo, no meio das borrascas e tempestades, se não queres soçobrar, não tires os olhos da luz desta estrela.

Se o vento das tentações se levanta, se o escolho das tribulações se interpõe em teu caminho, olha a estrela, invoca Maria.

Se és balouçado pelas vagas do orgulho, da ambição, da maledicência, da inveja, olha estrela, invoca Maria.

Se a cólera, a avareza, os desejos impuros sacodem a frágil embarcação de tua alma, levanta os olhos para Maria.

Se, perturbado pela lembrança da enormidade de teus crimes, confuso à vista das torpezas de tua consciência, aterrorizado pelo medo do juízo, começas a te deixar arrastar pelo turbilhão da tristeza, a despenhar no abismo do desespero, pensa em Maria.

Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria.

Que seu nome nunca se afaste de teus lábios, jamais abandone teu coração; e para alcançar o socorro da intercessão dEla, não negligencies os exemplos de sua vida.

Seguindo-A, não te transviarás; rezando a Ela, não desesperarás; pensando nEla, evitarás todo erro.

Se Ela te sustenta, não cairás; se Ela te protege, nada terás a temer; se Ela te conduz, não te cansarás; se Ela te é favorável, alcançarás o fim.

E assim verificarás, por tua própria experiência, com quanta razão foi dito: “E o nome da Virgem era Maria”.

Saudades… No céu? Parte II

Aqui estamos nós de novo, caro leitor. Tanto tempo nos separou, que presumo que minha resposta foi mais que bem respondida. Afinal, saudades… no céu? Se veremos tudo com os olhos de Deus, e Deus vê tudo presente, como rememorarmos fatos de um passado não existente? Mas, se o céu é todo felicidade, como não existir as alegrias das saudades?

Antes de dar a solução, é necessário que esclareça um pontinho acerca do tema, para cairmos de sobeja na verdade.

Se tivermos a graça de, partindo desta vida, irmos para o céu, seremos beneficiados com a maior das graças: o convívio eterno com Deus. E, com mais alegria, sabemos que Deus nos emprestará sua visão, para olharmos os fatos da História com Sua Divina perspectiva.

E aí que está, caro leitor. Deus vê toda a história com um lance de olhar, ou seja, tudo no presente. Nós, porém, ao contemplar tudo com os olhos de Deus, não escaparemos do presente, do passado, ou do futuro. Nós poderemos mirar qualquer ponto da História que quisermos, em qualquer época, só que em momentos diferentes. Será, mais ou menos, como um binóculo que nós colocaremos: com ele vemos melhor, mas cada olhar corresponde a um período que queiramos ver de novo.

Assim, as saudades, tão saudáveis aqui na terra, não acabarão no céu. Pois, da eternidade, pode ser que fiquemos com vontade de ver as antigas eras de nossa vida, e, por benefício de Deus, ainda poderemos retornar ao que desejamos. Por exemplo: podemos sentir saudades do tempo em que passamos com nosso pai, que tanto amamos. Aqui na terra, limitam-se somente as lembranças; no céu, porém, não haverá limites.

Respondida a pergunta, caro leitor? Ficou satisfeito com a resposta? Agora sim, podemos dizer: Saudades? No céu!

“Por fim, o meu Imaculado Coração Triunfará!”: Encerramento da Missão Mariana em São Roque

Durante uma semana estiveram os arautos do Centro Juvenil de São Paulo em missão na cidade de São Roque, como todos puderam acompanhar nos últimos posts. Pois bem, há uma frase que assim se fiz: “O fim coroa a obra.” Ou seja, é precisamente o fim de uma obra que dará a esta todo o brilho que merece, ou desmerecerá o que veio antes. Isto bem se encontra, por exemplo, na consideração da vida dos Santos. Julgar-se-á se uma pessoa foi santa durante sua vida se, de fato, o fim de seus dias condizem com a obra de santidade que desempenhou enquanto vivia. Deste modo, mostramos a todos os espectadores do blog Arautos Granja Viana o fim da Missão Mariana realizada na semana passada, o qual corou de maneira esplêndida todo o apostolado realizado na cidade de São Roque.

O fruto de mais de 400 visitas diárias, durante a semana de missão, se mostrou na procissão e Missa que encerraram a visita da Imagem Peregrina àquela cidade. Centenas de pessoas encheram as imediações da Capela de Nossa Senhora de Fátima. A visita de uma Rainha bem merece uma honrosa saudação e dignos presentes, mas… o que ofereceram os habitantes de São Roque? Aquilo de maior valor que poderiam oferecer. O quê? Seus corações. Seus corações cheios de gratidão à Rainha dos Corações, cheios de fé e esperança na Mãe das Mães, como bem se pode ver nas manifestações de piedade…

Maria Santíssima quando apareceu na Cova da Iria, em Portugal, pediu conversão aos homens e mulheres. Apesar deste maternal pedido, pouco se pôde ver acerca desta mudança de vida… Não obstante, a Santíssima Virgem ainda nesta ocasião predisse tremendos castigos à Humanidade caso esta não ouvisse suas admoestações. Porém, antes de encerrar suas palavras disse: “Por fim, o meu Imaculado Coração Triunfará!” Para o cumprimento destas palavras trabalharam todos os jovens arautos durante a Missão Mariana. Para que o Imaculado Coração de Maria triunfe, antes de mais nada, nos corações de cada um.

Alguém poderia perguntar: deixar triunfar esse Coração é algum benefício? A afirmação tornasse patente ao considerar o que é esse Coração. O Fundador dos Arautos do Evangelho, Mons. João Clá Dias, EP, comenta: “Esse é o Coração que é a Sede de Todas as Graças criadas por Deus. É o tesouro, é o depósito onde Deus despeja todas as graças. […] São Jerônimo chama esse coração, e é muito bonita a expressão dele, chama de: Eco Patris Divini. É um Coração que é um eco do Coração do Divino Pai, do Padre Eterno. Coração que é um Eco, um eco do Coração do Pai Eterno.”(Homilia, 16-06-2007)

Parece pouco? Vejamos o que o próprio Jesus disse acerca deste Coração, quando falava à Santa Matilde: “Vós deveis saudar o Coração Virginal de Maria, minha Mãe como um oceano cheio de graças celestes, e como um tesouro repleto de toda espécie de bens para os homens. Vós deveis saudar ainda, como o mais puro que jamais houve depois do meu. Pois Ela foi a primeira que fez o voto de virgindade. Vós o saudareis como o mais humilde. E Ela mereceu de me conceber nas suas castas entranhas pela virtude do Espírito Santo. Vós o saudareis como o mais devoto e o mais ardoroso dos desejos de minha Encarnação. Como o mais abrasado de amor de Deus e do próximo. Como o mais sábio, o mais paciente, o mais fiel, o mais consumido de toda espécie de virtudes.” (Revelações de Nosso Senhor a Santa Matilde [Meltilde])

Façamos, portanto, tudo que estiver a nosso alcance para o triunfo deste Imaculado Coração. Mais ainda, peçamos a graça de nele habitarmos, o qual, segundo S. Luís Maria Grignion de Montfort, foi o Paraíso feito por Deus para Ele próprio habitar!

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“Meu jugo é suave e meu peso é leve”: Missão Mariana em São Roque

“A treze de maio, na Cova da Iria, dos Céus aparece a Virgem Maria!…” É este um dos cânticos que tem ecoado pelas ruas da cidade de São Roque, na Missão Mariana que está sendo feita pelos arautos do Centro Juvenil de formação dos Arautos em São Paulo. A missão vem sendo desenvolvida ao longo de toda esta semana e inúmeras pessoas tem sido objeto de especiais graças dispensadas por aquela que é a Medianeira de todas as graças, Nossa Senhora.

O leitor bem poderia imaginar qual a surpresa de alguém que, em meio aos afazeres cotidianos ou, quiçá, em meio aos problemas e dificuldades que preocupam a tantas pessoas em nossos dias, primeiramente ouve o timbre de uma música incomum ao longe e, quando menos espera, ao sair à porta de sua casa é interrogada por um jovem interlocutor que lhe pergunta se deseja receber uma rápida visita da imagem da Santíssima Virgem… Bem se pode imaginar a surpresa, ou até emoção, presente numa circunstância assim.

Enquanto a Imagem Peregrina percorre as casas que a ela se abrem, um conjunto de arautos circula pelas ruas de São Roque tocando músicas, as quais, ao serem ouvidas pela população, já fizeram despertar em muitos a lembrança de épocas felizes em que se dedicavam ao serviço de Deus e da Igreja.

Claro está que não é o puro esforço humano que há de fazer frutificar uma missão destinada a mover as almas, ação que só a graça poderá realizar de modo eficaz e duradouro. Cientes disso os arautos envolvidos nesta atividade tem procurado, nos intervalos da missão, na oração e oferecimento das obras o meio eficiente para lograr bons frutos.

Não obstante, seguindo um sapientíssimo conselho dado por Santo Inácio de Loyola, os arautos em missão não se esquecem que é necessário empregar todos os esforços para o apostolado como se tudo dependesse de quem age, sem entretanto esquecer que tudo, na verdade, depende da graça divina.

Os longos caminhos e a consequente fadiga após algumas horas não impedem, todavia, que a alegria preencha todos os corações, tanto daqueles que fazem a missão, quanto daqueles que generosamente têm contribuído para a “sustentação” daqueles que têm “sustentado” a imagem da Virgem. Como, por  exemplo, se viu nas refeições…

Ao fim do dia o sol se põe. As ruas de São Roque já não ouvirão os trompetes ou os cânticos anunciando a chegada da Imagem Peregrina. Os arautos em missão se retiram e vão descansar de um dia cheio. Cheio? Sim, cheio de contentamento em saber que neste dia que termina mais alguns corações se abriram para a Mãe de Deus e poderão, desta maneira, mais facilmente serem preenchidos por abundantes graças!

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“Procurei quem me aliviasse… e encontrei!”: Missão Mariana em São Roque

Dizem as palavras da Sagrada Escritura: “Eu esperei que alguém, de mim tivesse pena; procurei quem me aliviasse e não achei! Deram-me fel como se fosse um alimento, em minha sede ofereceram-me vinagre!” Duras palavras, porém tão perfeitamente cumpridas nos atrozes sofrimentos padecidos pelo Salvador da Humanidade.

Não obstante, se é bem verdade que a segunda Pessoa da Santíssima Trindade não exitou em sofrer sem consolo o suplício da Cruz, é também verdade que Nosso Senhor Jesus Cristo “tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si.” O Salvador em sua solidão conquistou o nosso consolo, em suas lágrimas a nossa alegria, em sua desolação o nosso alívio…

Deste modo, as mesmas palavras da Escritura que diziam “procurei quem me aliviasse e não achei”, pelos méritos de Nosso Senhor puderam se transformar para nós em: “procurei quem me aliviasse e… achei!” Mas onde achamos, por exemplo, esse alívio? Por que não numa visita da Rainha dos Céus e da Terra? Como? Sim. Através de, por exemplo, uma Missão Mariana…

Nesta semana a cidade de São Roque, grande São Paulo, tem a graça de poder comprovar a maternidade de Maria Santíssima para com seus filhos através da visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima aos mais variados lares. Visitas realizadas pelos arautos que residem no Centro Juvenil dos Arautos em São Paulo e também, como não poderia deixar de ser, por participantes do Projeto Futuro & Vida!

A missão teve sua abertura no último sábado, com uma Missa inaugural e transcorre na Comunidade que leva a mesma invocação que a imagem da Virgem, isto é, Nossa Senhora de Fátima. Onde, com grande fervor, centenas de pessoas acorreram e ainda acorrerão à Mãe de Deus procurando um maternal olhar vindo dos Céus!

Onde quer que os corações se abrissem à graça, ali chegam os missionários portando a imagem da Rainha dos Anjos, mesmo nos lugares, à primeira vista, mais difíceis…

 

Após a Missão Mariana a Imagem Peregrina do Imaculado Coração parte para outras localidades, é verdade, mas Maria quer permanecer nestes corações ávidos das bençãos do Céu! E o sinal certo disso bem podem ser a quantidade cada vez maior de pessoas que pedem a visita da Imagem em suas casas.

Acontecimentos consoladores que nos fazem crer ainda mais, apesar das aparentes contradições dos tempos em que vivemos, nas palavras da Santíssima Virgem, pronunciadas na Cova da Iria naquele ano de 1917: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”

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Não perca as fotos da Missão em São Roque, e rezem por nós!